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Reeleito por aclamação

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Jantar de 79 anos da ACE Itápolis

Em 2024, recebi a confiança de 74,17% dos associados para assumir a presidência da Associação Comercial e Empresarial de Itápolis. Dois anos depois, essa confiança se transformou em uma nova responsabilidade: fui reeleito por aclamação para conduzir a entidade durante o biênio 2026/2028. Mais do que uma conquista pessoal, encaro esse momento como o reconhecimento de um trabalho coletivo e como um compromisso ainda maior com o futuro da nossa cidade


Existem algumas conquistas que podem ser comemoradas. Outras precisam ser compreendidas.


A reeleição para a presidência da Associação Comercial e Empresarial de Itápolis, para mim, pertence às duas categorias.


É uma conquista porque representa a continuidade de um projeto que começou em março de 2024, quando fui eleito para meu primeiro mandato.


Mas é, principalmente, uma responsabilidade.

A responsabilidade de saber que empresários que confiaram em nosso trabalho há dois anos decidiram continuar caminhando conosco.


E talvez seja justamente isso que torne uma reeleição tão diferente de uma primeira eleição.


Na primeira vez, as pessoas depositam confiança em uma proposta. Na segunda, elas avaliam aquilo que foi feito.

Dois anos para transformar propostas em resultados


Quando assumi a presidência da ACE, em 6 de março de 2024, nossa proposta estava estruturada em três pilares: arrecadação, atualização e expansão.


Não eram palavras escolhidas simplesmente para uma campanha. Eram objetivos que precisavam se transformar em ações concretas.


Ao encerrarmos o biênio 2024/2026, tivemos a oportunidade de apresentar aos associados não apenas aquilo que pretendíamos fazer, mas aquilo que efetivamente conseguimos entregar. A própria prestação de contas da entidade organiza esse balanço comparando as propostas apresentadas com a execução realizada.


No aspecto financeiro, por exemplo, a ACE encerrou o período com R$ 357.176,62 em caixa, diante de R$ 259.001,73 no início do mandato, resultando em um superávit de R$ 98.174,89. O biênio anterior havia registrado superávit de R$ 20.745,30.


Mas números financeiros são apenas uma parte da história.


Também trabalhamos na modernização institucional.


Durante o mandato, foi aprovado um novo Estatuto Social, substituindo a versão que estava em vigor desde 2006. Entre as mudanças estão a criação de um fundo de reserva mínimo de 5% da receita líquida, modernização das regras eleitorais, possibilidade de eleições híbridas ou remotas, adequação à LGPD, limitação de mandatos e uma estrutura diretiva mais eficiente.


Também modernizamos a estrutura física da entidade, renovamos mobiliário e infraestrutura operacional, atualizamos recursos tecnológicos e reorganizamos espaços e processos administrativos.


Uma ACE mais próxima dos empresários


Uma das coisas que mais me marcou durante o primeiro mandato foi perceber que uma entidade representativa só consegue cumprir sua função quando conhece aquilo que acontece fora de suas paredes.


Por isso, a presidência realizou aproximadamente 100 visitas institucionais presenciais durante o biênio, buscando ouvir empresários, conhecer suas dificuldades e entender suas demandas.


Ao mesmo tempo, o quadro associativo cresceu.


Passamos de 348 associados em março de 2024 para 413 em fevereiro de 2026, um saldo positivo de 65 novos associados. O resultado foi superior ao crescimento registrado no biênio anterior, que havia sido de 37 associados.


Também buscamos ampliar a atuação da ACE na formação empresarial.


Foram realizados 12 cursos próprios e outros 5 em parceria com instituições, além de mais de 40 episódios do podcast Papo de Negócios, levando conhecimento empresarial gratuitamente aos associados e à comunidade.


A comunicação também passou a ocupar um papel estratégico.


Acredito que uma associação comercial moderna não deve apenas representar seus associados. Ela precisa informar, conectar, capacitar e criar oportunidades.


De uma entidade local para uma instituição cada vez mais conectada


Talvez uma das maiores transformações tenha sido perceber que a atuação da ACE poderia — e deveria — ultrapassar os limites físicos de Itápolis.

Durante o biênio, a entidade participou da Cúpula de Líderes da CACB, em Brasília, aproximando Itápolis de discussões nacionais sobre economia, políticas públicas e ambiente de negócios. Também participou de agendas estaduais, encontros regionais, eventos de inovação e iniciativas de integração com outras entidades.


Houve ainda participação na recepção de uma comitiva da cidade japonesa de Izumisano, na apresentação do potencial econômico de Itápolis e em ações de articulação com o poder público e o setor produtivo.


Um dos reconhecimentos mais significativos ocorreu quando uma experiência desenvolvida em Itápolis foi apresentada como case de sucesso estadual em evento conjunto da FACESP e da FIESP, por meio do programa "Alimentar o Futuro".


Para mim, essas experiências reforçaram uma convicção que já carregava antes de assumir a presidência:


Itápolis tem muito mais potencial do que muitas vezes nós mesmos percebemos.


Precisamos mostrar isso.


Precisamos criar conexões.

Precisamos fazer com que nossa cidade seja conhecida não apenas pelo que já produz, mas também por aquilo que é capaz de produzir no futuro.


E então veio a reeleição


Ao final do mandato, chegou o momento de colocar novamente o projeto à avaliação dos associados.


Dessa vez, não houve disputa.


A eleição para o biênio 2026/2028 ocorreu com chapa única, encabeçada por mim, demonstrando o alinhamento e a união do empresariado em torno da continuidade do trabalho desenvolvido. Fui, portanto, reeleito por aclamação para mais dois anos à frente da ACE Itápolis.


Para quem foi eleito pela primeira vez com 74,17% dos votos, dois anos antes, esse momento tem um significado especial.


Não porque a aclamação seja maior do que os 89 votos recebidos em 2024.


Mas porque ela acontece depois da experiência de um mandato.


Agora não existe apenas uma promessa.


Existe um histórico.


Existem resultados.


Existem decisões tomadas.


Existem acertos e erros.


Existe uma instituição que foi entregue a nós e que agora inicia um novo ciclo. Por isso, recebo essa reeleição com muito mais responsabilidade do que recebi a primeira eleição.


Uma nova diretoria, uma nova etapa


A nova gestão reúne empresários de diferentes segmentos e diferentes tempos de associação, combinando experiência e renovação.


Ao meu lado estarão Flávio Augusto Alves da Silva, como 1º Vice-Presidente; Indianara Januzzi da Silva Simões, como 2ª Vice-Presidente; Getúlio Barbue Fernandes, como Secretário Geral; e Flávio Wilian Zechi, como Tesoureiro Geral. A estrutura também conta com novos integrantes nos Conselhos Consultivo e Fiscal e no quadro de suplentes.


Essa diversidade é importante.


Uma entidade empresarial precisa representar diferentes realidades.


O pequeno comércio.


A indústria.

A prestação de serviços.


O empreendedor que está começando.


A empresa que já possui décadas de história.


O empresário tradicional.


E a nova geração que está chegando.


É dessa pluralidade que nasce uma associação verdadeiramente representativa.


O desafio agora é maior


O segundo mandato não pode ser apenas uma repetição do primeiro.

Se conseguimos fortalecer as bases financeiras, modernizar a estrutura e ampliar a presença institucional da ACE no primeiro biênio, agora precisamos utilizar essa estrutura para avançar ainda mais.


O planejamento para 2026/2028 estabelece como prioridades a diversificação de receitas, a criação de produtos de maior valor agregado, o uso estratégico de dados nas campanhas comerciais, a ampliação do relacionamento direto com os associados e o fortalecimento da ACE como referência regional.


É um desafio grande. E é justamente por isso que considero essa nova etapa tão importante.


O cargo continua sendo um serviço


Desde o início, tenho procurado enxergar a presidência da ACE não como um título, mas como uma oportunidade de servir.


A entidade possui uma história de oito décadas. Eu sou apenas uma parte dessa história.


Outros presidentes vieram antes de mim. Outros virão depois.


Minha obrigação é entregar para quem vier depois uma instituição mais forte do que aquela que recebi.


Foi esse o compromisso que assumi em 2024. É o mesmo compromisso que reafirmo agora.


A reeleição por aclamação representa, para mim, confiança, mas também cobrança.


Confiança porque os associados decidiram continuar acreditando no trabalho. Cobrança porque essa confiança precisa ser honrada todos os dias.


Se o primeiro mandato foi marcado pela reestruturação, modernização e expansão, espero que o segundo seja marcado por crescimento estruturado, protagonismo regional e novas oportunidades para o empresariado itapolitano.

Quero que a ACE seja cada vez mais presente.


Mais útil.


Mais moderna.


Mais representativa.


E mais preparada para aquilo que ainda está por vir.


Porque, no final das contas, não se trata apenas da minha reeleição. Trata-se da continuidade de um projeto que pertence a uma entidade, a seus associados e a uma cidade inteira.


E é com essa consciência que inicio mais dois anos à frente da Associação Comercial e Empresarial de Itápolis: com gratidão pelo que construímos, respeito pelo que recebemos e disposição para trabalhar ainda mais pelo que podemos construir juntos.


O primeiro mandato nos deu experiência. A reeleição nos deu ainda mais responsabilidade. Agora, é hora de continuar.

 
 
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