O futuro do associativismo
- Eliseu Elias Matioli

- 13 de ago.
- 2 min de leitura
Atualizado: 14 de ago.

Na última quarta-feira, 12 de agosto, tive a oportunidade de representar a Associação Comercial e Empresarial de Itápolis (ACE) no Grande Encontro do Associativismo, promovido pelo COPS – Conselho Político e Social da Associação Comercial de São Paulo.
Estive acompanhado de colaboradores da entidade e do conselheiro Luis Carlos Barelli, levando conosco um pouco da nossa realidade e, principalmente, a disposição para ouvir e aprender.
O encontro reuniu lideranças do associativismo para uma conversa sobre o futuro das associações, do empreendedorismo e do Brasil, com a participação de nomes como Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab. Mais do que a presença de personalidades, considero importante o espaço criado para que representantes de diferentes entidades pudessem trocar experiências e refletir sobre os desafios que teremos pela frente.
O associativismo precisa continuar evoluindo
Estar à frente de uma associação comercial significa entender que uma entidade como a ACE precisa acompanhar as transformações do ambiente empresarial e da própria sociedade. As necessidades dos empresários mudam, as formas de relacionamento mudam e os desafios também se renovam.
Por isso, acredito que participar de encontros como esse faz parte do nosso trabalho.
Liderar também é saber ouvir. É buscar conhecimento fora da nossa realidade, conhecer experiências diferentes e voltar para casa pensando no que pode ser aproveitado e transformado em ações concretas.
A ACE Itápolis tem buscado justamente esse caminho: fortalecer sua atuação, aproximar cada vez mais os associados e construir novas oportunidades para quem empreende em nossa cidade. Para isso, precisamos estar conectados com aquilo que acontece não apenas em Itápolis, mas também no Estado e no país.
Levar conhecimento de volta para Itápolis
Uma das coisas que mais valorizo nesses momentos é a possibilidade de sair do nosso ambiente cotidiano. Quando nos encontramos com pessoas que vivem desafios semelhantes em outras cidades e regiões, percebemos que muitas das dificuldades são comuns, mas também descobrimos novas formas de enfrentá-las.
Cada conversa, cada ideia e cada experiência compartilhada pode contribuir para melhorar aquilo que fazemos em nossa própria entidade.
Volto desse encontro com a convicção de que o associativismo continua tendo um papel fundamental na construção de uma sociedade mais forte, representativa e preparada para o futuro. E, para que ele permaneça relevante, precisamos continuar participando, dialogando e, principalmente, transformando conhecimento em prática.



