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Esperança!

A linda e vazia palavra...


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Luiz Inácio Lula da Silva, 35º e, mais recentemente, eleito 39º Presidente do Brasil.


"A esperança finalmente venceu o medo!"


Linda frase dita pelo novo presidente do Brasil em sua posse em 2.003, em seu primeiro mandato.


Essa bela narrativa o elegeu nesse dado momento da história do Brasil.

Nós estávamos vindo de governos sociais-democratas, onde a prioridade era estabilizar a moeda, a inflação, a desordem econômica do país.


O plano real ainda era relativamente novo, o Brasil podia ser visto como uma grande potência que vinha destacando-se no hemisfério sul do globo.


Pelos motivos já citados acima, os governos que passaram não deram a devida atenção as classes mais pobres da sociedade brasileira.


Infelizmente o povo se via desamparado de certa forma.


Era anseio do brasileiro ter um líder que pensasse nele, que falasse como ele e que pudesse plantar em seu peito a esperança de uma sociedade mais igualitária.


É nesse cenário que o "Lulinha paz e amor" de Duda Mendonça é eleito o 35º presidente do Brasil.


Um homem dito do povo, sindicalista, ex-metalúrgico do ABC paulista, homem que supostamente traria em sua história as cicatrizes do trabalhador brasileiro.


O que se viu na prática foi um emparelhamento de toda a máquina e estrutura estatal.

O Brasil nunca mais seria o mesmo!


Em um primeiro momento, graças a estabilidade herdade do presidente anterior, Lula pôde desenvolver uma política que, de fato, proporcional uma vida melhor para as classes mais baixas.


Porém, esse tipo de governança faz com que haja a necessidade de sempre equilibrar as finanças nacionais, controlando, dessa forma, os cofres públicos, para que não haja um colapso.


O que se viu não foi isso...

Lula e seus aliados enraizaram-se no poder através de negociações maliciosas e corruptas.


Utilizaram da potência brasileira, não apenas para favorecer os mais pobres da nação, mas também para financiar ditaduras e o desenvolvimento de países que ferem os direitos humanos em sua forma de governo.


Nosso dinheiro foi destinado ao crédito mais fácil para certas classes da nação e para a construção de diversas obra de infraestrutura em países dos quais amigos de Lula comandavam o povo.


O que esperava-se, era que com todos esses fatos, escândalos e roubalheira, o povo acordasse e não elegesse um sucessor desse tipo de governo.


Infelizmente, o Nine (como era chamado nos trâmites de corrupção) colou, com a ajuda da maioria da população, Dilma Vana Rousseff na cadeira presidencial.


Com a vitória da petista, sucessora de Luiz Inácio, a economia tinha sede de um cuidado maior para que houvesse um equilíbrio nas finanças do Estado.


Era preciso equipes técnicas que trouxessem equilíbrio novamente aos cofres públicos, já que não apenas de ceder crédito vive um governo.


Não foi o que vimos.


Dilma, fantoche do Nine, emparelhou ainda mais toda a máquina pública.

A nação sangrava, e o que aparentava era que a intenção da petista era extrair até a última gota possível de sangre da república.


Em seu segundo mandato, ela foi posta para fora do Palácio da Alvorada e substituída pelo seu vice, Michel Miguel Elias Temer Lulia.


A política brasileira encontrava-se em guerra, literalmente.


O que não podíamos imaginar era que, pouco tempo depois, viveríamos em uma ditadura vinda de onde menos esperava-se, mas isso é assunto para outro dia.


O ponte é que, o mal que esse tipo de governança trouxe para a nação, fez com que fosse gerado entre os brasileiros um "antipetismo".


Esse fenômeno fez nascer o 38º presidente, Jair Messias Bolsonaro.


Ele que governou com uma equipe muito mais técnica, diminuindo o tamanho e influência do Estado.


O que era imprevisível aconteceu... Pandemia.


O caos instaurado novamente! Graças aos governos petistas tivemos, oque pode ser dito, como duas pandemias (economicamente falando).


Não há nação que aguente!

Para tornar tudo mais difícil, tínhamos um presidente sem "travas na língua", que não falava como um diplomata ou chefe de Estado.


Por muitas vezes eu o descrevi, entre amigos, como o famoso "tiozão da família", aquele da boa e velha piada inconveniente de final de ano do pavê ou para comer.


Tudo isso fez renascer, principalmente nos mais jovens de uma sociedade doente e frágil, a carência de um líder que falasse mais para as suas realidades diárias.


Querido leitor, acho que você já percebeu que a novela começa a se reprisar nesse ponto...


"A nossa candidatura representa esperança", disse Nine em dado momento da corrida eleitora de 2.002... Ou melhor, de 2.022!


Tudo repete-se.


A bela palavra volta à tona!


Lula promete, o povo espera e fica por isso mesmo.


As palavras populistas, as promessas que são descaradamente falsas e a canalhice de voltar com uma equipe que claramente irá emparelhar novamente a máquina pública.


Como voltamos a essa realidade? Onde erramos?


É utópico imaginar que existe um "messias salvador da pátria", mas voltar aos demônios que nos trouxeram ao inferno?


Precisamos refletir quanto aos nossos interesses e valores, para que em quatro anos, não voltemos a dar continuidade a em uma história já conhecida.


De fato, anseio por um Brasil da esperança, porém, essas páginas já foram vividas.


Eu tenho a esperança um Brasil diferente, com uma história diferente, uma forma de governo diferente, com reformas estruturais necessárias e não a esperança de uma governo que seja protagonista.


O povo deve ser o protagonista, nunca o governo, nunca uma mão de ferro, pesada, que faz o que quer e joga migalhas a nação.


De fato, ainda há esperança, enquanto vivermos, ela ainda poderá vencer de fato!

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